História

A história da Constellation iniciou-se em 1999 com a fundação da Utor Asset Management. A Utor foi fundada pelos antigos sócios do Banco Garantia, Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira.

Foi então criado um portfólio de ações com a gestão coordenada por Florian Bartunek, que na época era sócio do Banco Pactual, onde chefiou o research, e foi responsável pelo Asset Management do Banco. A gestão do portfólio da Utor perdurou por 4 anos, até 2002, quando decidiu-se dar acesso a investidores externos à estratégia de sucesso criada por eles.

Assim, em Maio de 2002, depois do bem sucedido trabalho realizado na Utor Asset Management, Florian Bartunek e Jorge Paulo Lemman decidiram criar a Constellation, como uma Asset independente especializada na gestão de ações brasileiras com um foco em análise fundamentalista e um rigoroso processo de investimento.

A Constellation é estruturada como um partnership e seus principais acionistas são os executivos que nela trabalham. Além dos executivos, o corpo societário conta com participações minoritárias de Jorge Paulo Lemann e Lone Pine Capital, este último que adquiriu uma participação minoritária em 2007. O Lone Pine é considerado um dos mais bem sucedidos fundos de ações em atividade nos EUA. A entrada do Lone Pine como sócio da Constellation tornou-a a primeira asset de renda variável no Brasil a possuir um sócio estrangeiro relevante, e fez com que a Constellation se tornasse uma das mais conhecidas Assets brasileiras no exterior. Os principais executivos da Constellation possuem significativo investimento nos fundos da empresa. Por política, todos executivos comprometem-se em colocar 50% dos seus bônus nos fundos da empresa.

Atualmente 80% da base de clientes da empresa é composta por Family Offices, Investidores Institucionais dos EUA, Brasil e Europa, e investimento dos sócios e equipe.